Hoje em dia com a correria em que está a vida da maioria das pessoas, a procura por meio de transporte aumentou bastante, devido a buscar por tornar mais rápido o deslocamento de um lugar para outro, mas com isso, houve então o aumento considerável da poluição do meio ambiente, já que estes fazem uso de combustíveis que acabam por poluir o meio em que vivemos e prejudicando assim a nossa própria vida.
Com isso, os meios de transporte alternativos foram então ocupando um lugar considerável no mercado, por funcionarem a propulsão elétrica, são exemplos deles: bicicleta, moto, ônibus e carro. Na era da sustentabilidade, a proteção dos recursos naturais é valorizada de forma intensa. A utilização de veículos elétricos é apontada como uma das melhores contribuições para a diminuição de gases poluentes no ar. Apesar de, no momento, o preço elevado inviabilizar a aquisição pelo consumidor brasileiro, os ‘carros do futuro’, chamam atenção em feiras de automóveis mundo afora. Há vantagens e desvantagens nesses carros. É necessário avaliá-las com atenção.
Nos carros o motor a gasolina é substituído por um motor elétrico, que recebe força de um regulador, cuja alimentação é feita por um conjunto de baterias recarregáveis.
Com suas linhas de alimentação, sistemas de escapamento, mangueiras de refrigeração e filtros de ar, o motor à gasolina parece um projeto de encanamento. Já um carro elétrico é um projeto de instalação elétrica. A sua autonomia é de cerca de 80 km, ele vai de 0 a 100 km/h em cerca de 15 segundos e são necessários cerca de 12 quilowatts/hora de eletricidade para carregar o carro após rodar 80 km, as baterias pesam em torno de 500 kg e duram de 3 a 4 anos.
No caso das bicicletas não há necessidade de troca de óleo nem regulagem de motor, são totalmente silenciosos, precisando ser carregados apenas por 6 horas para rodar uma quilometragem de 50 a 60 km, dependendo das condições de uso, o custo por quilômetro rodado é de R$ 0,01 e a bateria pode ser recarregada várias vezes, mantendo sua capacidade constante, sendo que as mesmas podem ser recarregadas a qualquer momento, ou seja, não há a necessidade de esperar que a bateria se descarregue por completo para carregá-la novamente.
No caso da moto, a bateria funciona da mesma forma, mas por possuir uma potencia maior, acaba tendo um custo maior, além de que esse é um meio de transporte que carrega mais pessoas e possui uma maior velocidade, sendo dessa forma, maior a busca por estas, justificando também assim o maior custo.
Trólebus, ônibus eletrico é um ônibus movido a eletricidade exógena, tipicamente transmitida por cabo aéreo suspenso pelo trajeto. É similar aos ônibus convencionais, roda por meio de pneus de borracha e não sobre trilhos. A energia chega através de hastes, denominadas tecnicamente como alavancas que ficam sobre a carroceria, em permanente contato com a fiação específica que acompanha o percurso. Os trólebus têm parte de sua estrutura elétrica baseada nos bondes que nos Estados Unidos são conhecidos como troylles, daí o nome trólebus.
Em Campina Grande, infelizmente não se observa popularização ou mesmo projetos políticos significantes no que concerne o desenvolvimento de tecnologias que possibilitem o hibridismo automobilístico. A cidade, marcada pelo alto nível de suas universidades, principalmente no que se refere a cursos na área de exatas, poderia utilizar seus recursos humanos e o capital destinado a projetos para estimular pesquisas na área que, se rentáveis, prometem muito para o futuro tendo em vista o fator ambiental, muito visado por consumidores na atualidade.
Bianca Davi
Clarissa Barbosa
Deborah Carla
2º ano A